quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Eu a escrever..



Se há uns anos atrás tivessem me dito que eu iria passar parte do meu tempo a escrever, eu não teria acreditado. Um antigo professor da primária, quando o reencontrei depois de muitos anos e lhe disse que estava em física, ele ficou curioso pois eu era melhor a português do que a matemática. Acho que isso mudou durante os meus anos de escola pois, até ao final do mestrado em biofísica, eu nunca me tinha interessado pela escrita. Bem, não é bem verdade.. durante uns tempos eu escrevi uns poemas em inglês mas já nem sei onde eles andam; foi algo que durou apenas uns meses - tão rápido surgiu como desapareceu.
Em 2011 comecei a sentir uma maior necessidade de escrever mas foi apenas em Abril de 2012 que comecei a escrever mais a sério - foi quando criei este blog ( Das saudacões e apresentacões ). Desde esse dia eu escrevia uma média 3-4 textos por semana. 
Paralelamente ao blog eu comecei a escrever um livro onde relataria as coisas que acontecem comigo, sejam elas boas ou más (já falei dele). Também tenho um outro caderno onde vou escrevendo as coisas que já falei num púlpito da Igreja e onde também escrevo sobre o meu estudo mais aprofundado sobre temas da fé. Por fim, tenho outro que vou começar a escrever que não será mais do uma espécie de "índice de referencias" para complementar o caderno anterior. 
Infelizmente, nos últimos 6 meses, sensivelmente, tenho sido atacado com uma falta de inspiração enorme, o que se reflectiu na quantidade de textos que escrevi até agora. Essa falta de inspiração pode ser resultado de, neste momento, não acontecer nada de novo na minha vida e, quando não temos nada de novo a nos inspirar, acabamos por esgotar a nossa reserva. Mas nem tudo é mau. No inicio do mês, e como falei na entrada anterior do blog, eu comecei a escrever artigos para um site (familia.com.br). Foi uma enorme bênção, a oportunidade que tive para escrever para este site. Durante o mês de Outubro escrevi estes artigos:




Os três artigos seguintes são baseados nos discursos da conferência geral proferidos por:

Elder Jeffrey R. Holland

Elder David A. Bednar

Elder Quentin L. Cook


Se há uns anos atrás me tivessem dito que eu iria escrever artigos para todo o mundo ver, eu não teria acreditado e acharia ridículo. Imagino o que poderá acontecer quando eu encontrar a minha inspiração! Provavelmente algo muito bom ou muito mau ^_^

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

25252 Visitas e.. novidades?


Hoje, ao ver a estatística do blogue, reparei em duas coisas engraçadas:

- O numero de visitas chegou às 25252 !! Um muito obrigado por continuarem a passar por cá.
- Este será o 191º texto que escrevo no blogue. 

São dois números capicua para celebrar!

Infelizmente, e como devem ter notado, eu não tenho escrito muito nas ultimas semanas; aliás, aqui no blogue nem tenho escrito nada. A grande culpada é a falta de inspiração.. Não me têm surgido ideias para novos textos (alguma ideia??) e ainda não consegui ultrapassar isso. O caminho fácil seria escrever textos sem grande profundidade/significado mas eu não consigo escrever apenas porque sim. Quando escrevo, desejo passar uma mensagem; desejo que as pessoas retirem algo de positivo - talvez até criar uma pequena mudança nas suas vidas ou na forma de ver o mundo. Acho que é por isso que tem sido tão difícil escrever aqui..

Em contrapartida, comecei a escrever em outras paragens - algo novo, que nunca fiz antes e, sinceramente, nunca pensei vir a fazer. Agora, escrevo artigos para um site dedicado, principalmente, à familia (familia.com.br). Claro que isto não significa que vou deixar o blogue; apenas quer dizer que, agora, escrevo em dois lados :) 
A facilidade que esta minha nova aventura me trás é o facto de os temas serem dados e a minha maior função é desenvolver o tema - o que confesso que facilita bastante a minha vida pois, a minha falta de inspiração afecta principalmente a minha capacidade para encontrar novos temas. Talvez com esta nova mudança, as coisas melhorem!

O Link do meu primeiro artigo é este:


Muito Obrigado !!

sábado, 6 de setembro de 2014

Nosso corpo é um Templo


Há algo, entre todas as coisas que existem, que nós mais damos como garantido. Nós crescemos com ele, fazemos de tudo com ele, aprendemos a andar e a controlar o equilíbrio com ele, interagimos com as pessoas usando-o, somos capazes de trabalhar devido a sua força e resistência. Aprendemos a lidar com as dores e a evitar o danificar. Falo do nosso corpo. 

Ele está em constante mudança. Ele cresce até certo ponto e o seu crescimento pode ser, ou não, saudável. Está sujeito a doenças e lesões. Necessita de constante nutrição e cuidado para não decair mais rapidamente. Apesar de todas as coisas que o nosso corpo necessita, nós o temos como garantido. É uma máquina perfeita, capaz de se regenerar sempre que é danificado, mas que necessita de constante cuidado para ser capaz de executar as suas funções de forma eficiente. E nós sabemos isso mas damos como garantido. 

Quando eu era mais novo, e ainda fazia campismo, eu tinha uma bicicleta para andar pelo parque, para fazer corridas com os meus amigos, para passear. Agora que me lembro dela lembro-me, também, de sentir o vento sempre que descia, a toda a velocidade, uma estrada que lá tinha. Bons tempos! Enfim, mas o objectivo da história não é nostalgia. Quando os meus pais me deram a bicicleta eles também me disseram que eu teria de cuidar dela; ela não deveria ficar à chuva, não deveria ser atirada, a corrente deveria ser oleada de tempos a tempos, entre outros conselhos. No inicio eu a tratava como uma criança - com todo o cuidado - mas, com o passar das semanas, eu já a tinha como garantida. No primeiro verão até correu tudo bem mas no segundo já a comecei a atirar mais para o chão sempre que tinha de parar durante uma brincadeira com os amigos. Não tratava da corrente e também a deixava à chuva. Os danos começaram a aparecer e ela deixou de ser a bicicleta brilhante que os meus pais me tinham oferecido. A ferrugem começava a ganhar terreno, a tinta começava a lascar e até as mudanças já eram mais difíceis para mudar. Será que este foi um efeito do tempo ou um efeito do meu descuido? 

O nosso corpo é, também, como uma máquina que necessita constante cuidado e nós, negligentes e com a ideia que os azares apenas acontecem com os outros, maltratamos o nosso corpo. Esses maus tratos passam por coisas que todos sabemos que fazem mal - como drogas, tabaco, álcool, e outras substâncias que ingerimos e que, apesar do prazer que dão, nós sabemos que fazem mal ao nosso corpo - mesmo a médio-longo prazo. Também cuidamos mal dele quando não dormimos as horas suficientes, quando não exercitamos, quando comemos em demasia ou insuficientemente, ou até quando estamos constantemente a danifica-lo quando praticamos desportos de risco. 
Quando somos jovens o nosso corpo é capaz de controlar e combater, mesmo que apenas em parte, os efeitos negativos das coisas a que o sujeitamos mas, algumas consequências dessas acções são apenas notadas a médio-longo prazo e, negligentemente, nunca olhamos para o futuro. Muitas pessoas hoje sofrem problemas derivamos de uma juventude de cuidados negligentes do seu corpo e, apesar de ser um facto, continua a ser negligenciado e temo que continuará a ser.

Eu não sou um exemplo de saúde física (e a mental é questionável ! ). Apesar de não consumir substâncias com efeito negativo sobre o meu corpo (apesar de ter contacto com algumas de uma forma passiva, como fumo de tabaco mas isso é mais complicado de controlar), eu tenho uma alimentação pouco saudável e o exercício físico era algo praticamente inexistente no meu dia a dia. Decidi mudar, drasticamente, esse paradigma e decidi começar a cuidar melhor do meu corpo. É interessante notar que apesar de essa mudança ter apenas 6 dias, eu já noto os seus efeitos. 

No fim de semana passado decidi começar a controlar o que como e, na segunda-feira, comecei a parte do exercício mais "a sério" (já ia ao ginásio até Julho mas era algo sem disciplina). Decidi começar por aquilo que gosto de fazer mas elevar a fasquia. Eu adoro caminhar e decidi começar por aí. Todos os dias (excepto fim de semana) eu vou caminhar para um dos parques da cidade. Faço todo o percurso até lá a caminhar, dou lá umas voltas e volto para casa. Esta semana decidi começar por, em média, sete quilómetros e meio por dia de caminhada relativamente acelerada. Para a semana vou subir a fasquia nos quilómetros percorridos (passar para oito ou nove). Tentei fazer corrida também mas o meu joelho ainda está fraco para isso mas acredito que com o exercício continuo ele será capaz de aguentar um trote. No entanto, um dos efeitos positivos que notei logo nesta primeira semana foram os efeitos no meu humor e, também, no meu joelho. Eu tenho artrite no joelho (resultado de um problema quando eu tinha sete anos de idade)  e as mudanças de temperatura/humidade e esforço (com impacto - como corrida) sempre causaram dor. A dor diminuiu e as mudanças meteorológicas destes dias não me afectaram, algo que já não sabia o que era. Os efeitos estéticos sei que vão demorar a ser visiveis mas também estarão lá - espero!

Devemos cuidar do nosso corpo; ele é um presente e uma bênção e devemos, portanto, tratá-lo como tal. Para terminar, deixo-vos com umas fotos do local onde vou caminhar. 


domingo, 31 de agosto de 2014

Uma Luz



Neste blog já falei de muitas coisas. Já falei de mim; já falei de ciência; já falei das coisas em que acredito; já falei dos valores que defendo; já falei de moralidade; já falei do Templo; já falei do Senhor e testifiquei d'Ele. Já falei de muitas coisas e, hoje, ao olhar para o que já escrevi, ao que já falei e ao que já mostrei, um pensamento/pergunta me vem à mente: "onde estou?"

O Elder Richard G. Scott, do quórum dos Doze Apóstolos, disse:
"Sem um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos, (...) a fé que realmente funcionaria em nossa vida diária ainda estará fora de nosso alcance"

Por vezes temos de parar para pensar. Parar para fazer um inventário sobre nós mesmos; sobre a nossa moral, o nosso estado de espírito, as nossas fraquezas e também virtudes/talentos. Por vezes é preciso parar para sermos capazes de fazer as perguntas certas. A pergunta certa, para mim, neste momento, foi esta - "onde estou?". Esta pergunta só apareceu na minha vida outras duas vezes e sempre em momentos como este - em que duvido de mim mesmo. Ela vem à minha mente apenas depois de eu orar e jejuar fervorosamente; no fundo, acho que é apenas assim que nós recebemos as respostas certas para as perguntas certas - quando nós, fervorosamente, mostramos ao Senhor que precisamos da ajuda d'Ele e de uma luz orientadora para sair do escuro. No entanto, não basta pedir. Eu não podia ficar no meu quarto escuro à espera que uma pessoa chegasse e acendesse a luz. Não! Eu tinha de dar um primeiro passo - um passo de fé, um passo em que mostro que quero sair, quero melhorar, quero ser melhor! E, então, a pergunta veio até mim..

...Onde estás?

Esta simples pergunta tem um poder enorme. Tem o poder para mudar o rumo de um navio; de mudar uma vida. Sem esta pergunta eu não teria saído da minha zona de conforto e não teria tirado a carta de condução - pois poderia ficar a viver no medo de carros que tenho e sempre tive. Foi esta pergunta que fez, e faz, com que eu lute contra a ansiedade social que tenho e vá ter com as pessoas, vá falar com elas, as vá apoiar e ajudar. É esta pergunta que me faz seguir em frente. Quando o Senhor me pergunta - "onde estás?" , a minha resposta natural tornou-se: "eis-me aqui"

"Porque viste a tua fraqueza, serás fortalecido" (Éter 12:37). Olho para onde estou e vejo quem sou. Não vejo o meu reflexo, não vejo como os outros me vêem.. eu vejo quem realmente sou e, ao fazer isso com os olhos do espírito, eu vejo todo o meu potencial, como vocês podem também ver todo o vosso potencial. Quando fazemos isto, todas as coisas, todos os problemas, se tornam bem mais leves e pequenos. 

Ontem, dia 30 de Agosto, tive uma oportunidade maravilhosa para assistir a um baptismo de uma criança de oito anos. Foi maravilhoso ver um pai a baptizar, e confirmar, a própria filha. Foi maravilhoso ouvir um numero musical em que a irmã, no violoncelo, e uma prima, no piano, interpretaram um hino. Foi maravilhoso ver a mãe dela  a cantar (solo), acompanhada pelo piano. Foi maravilhoso ver o sorriso das crianças, enquanto se divertiam e corriam pelos corredores e jardins da capela. Foi maravilhoso sentir a união e paz que esta ordenança de salvação faz ao coração das pessoas - unindo-as e fortalecendo-as. 

Elder David A. Bednar, do quórum dos Doze Apóstolos, ensinou:
"Meus amados irmãos, vocês e eu, hoje e sempre, devemos abençoar todos os povos de todas as nações da terra. Vocês e eu, hoje e sempre, devemos prestar testemunho de Jesus Cristo e declarar a mensagem da restauração. Vocês e eu, hoje e sempre, devemos convidar todos a receberem as ordenanças de Salvação."

Deixo o meu testemunho de que eu sei que estas coisas são verdadeiras; eu sei que Jesus Cristo vive e através d'Ele alcançaremos a Salvação. Eu sei, e prometo, que quando vivemos o Evangelho e confiamos no Senhor, os nossos corações ficarão cheios de Amor e Luz e não teremos lugar suficiente para guardar todas as bênçãos que recebemos. As nossas famílias serão abençoadas, e nós viveremos uma felicidade que o mundo, que os poetas e os filósofos, não conseguem descrever. E digo estas coisas em nome de Jesus Cristo. Amém. 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Estou de volta!


Depois de uma paragem de pouco mais de um mês, estou de volta!

Durante este tempo que eu estive fora algumas coisas aconteceram na minha vida e, devido à paragem do blog, apenas amigos próximos ficaram a saber:

- Primeiro - O meu aniversário! Sim, no dia 6 de Agosto fiquei mais perto dos 30.. Agora tenho 28 anos. O tempo passa tão rápido; ainda ontem estava eu a brincar com LEGO; bem, este é um mau exemplo pois, brincar com LEGO é algo que sempre fiz. Enfim, o meu desejo é algo simples - fazer deste vigésimo oitavo ano um ano de melhoria e de resolução!

- Segundo - Tenho a certificação pedagógica para ser um formador (CCP, antigo CAP). Com isto fiquei mais perto de fazer algo que sempre gostei de fazer - ensinar. Além disso, com esta certificação, abri mais portas para a empregabilidade e, quem sabe, empreendedorismo.

- Terceiro - Sou um encartado! Sim, é verdade, tirei a carta e fiz o exame de condução no dia 4 de Agosto, dois dias antes do meu aniversário. Agora perguntam vocês - "com 28 anos e só tira a carta agora?"; esta é uma pergunta que sempre ouvi desde os 18. A resposta é simples - tenho medo de carros. Não estou confortável dentro de um carro e isto piorou quando tive um acidente (nada demais mas não ajudou à causa). Eu acho que também se deve ao facto de o carro ser uma máquina de matar de uma tonelada e meia. Bem, agora é treinar e ir andando. 

Além destas três novidades, nada mais aconteceu. Estes últimos 2-3 meses foram particularmente maus e pesados mas, finalmente, comecei a ver uma luz que finalmente me faz voltar a sentir que o meu coração já anda mais alegre, ou receptivo a isso. Espero conseguir aproveitar este momento para ser capaz de iluminar ainda mais este quarto escuro onde ando. 

Enfim... de volta! 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

terça-feira, 24 de junho de 2014

Genealogia - História da Família


"(..)Pois, nós, sem eles, não podemos ser aperfeiçoados; nem podem eles, sem nós, ser aperfeiçoados" (D&C 128:18)

Antes de começar a falar sobre genealogia vou deixa uma outra citação, desta vez do Elder Boyd K. Parker:

“Nenhum trabalho dá mais proteção para a Igreja do que as ordenanças do Templo e a pesquisa genealógica que as sustem. Nenhum trabalho é tão purificador. Nenhum trabalho nos confere mais poder. Nenhum trabalho exige um padrão de retidão mais elevado.”

Acho que esta citação é maravilhosa - realmente não há trabalho mais purificador, que nos confere mais poder e que nos exige uma maior dignidade do que o trabalho de genealogia e as ordenanças do Templo. 

Comecei a fazer a minha genealogia à uns bons tempos atrás mas apenas recentemente me dediquei mais a ela. No Templo ainda não tive a oportunidade de realizar nenhuma ordenança em favor de um antepassado meu mas já realizei algumas pelos antepassados de outras pessoas e é maravilhoso o que sentimos, o que aprendemos e a alegria e paz que enche o nosso coração durante e no final das ordenanças. 
A minha árvore ainda está muito incompleta e desequilibrada; por exemplo, o lado do meu pai está vazio mas do lado da minha avó materna eu já tenho informação até à 7-8ª geração ( ano de ~1750 sensivelmente, mas este trabalho não foi todo realizado por mim). Ao olhar para a minha árvore, e para o trabalho que ainda tenho de fazer, sou capaz de aprender muito mais sobre as minhas origens, sobre a história dos meus antepassados, sobre o que eles faziam (alguns registos dizem a profissão que tinham). Nós devemos muito aos nossos antepassados e sem eles nós não podemos ser aperfeiçoados e nem eles o podem sem nós. Nós somos o seu legado e é através de nós, seus descendentes, que eles podem ser salvos através do nosso trabalho no Templo em seu favor. 

O trabalho da história da família também nos dá a oportunidade para partilhar o que acreditamos com os nossos familiares; dá-nos a oportunidade para  ouvir as suas histórias e conhecer um pouco mais sobre as nossas origens. Hoje em dia perdemos muito pouco tempo a conversar uns com os outros, principalmente com os nossos avós e bisavós. O trabalho da genealogia é uma excelente oportunidade para ir ter com os nossos, sentar e falar horas a fio sobre a nossa família e a nossa história. Eles anseiam pela nossa companhia, a companhia dos seus filhos, netos e bisnetos; podemos aprender tanto com eles e eles ganham tanta paz e amor com a nossa companhia e atenção. 

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.” (Malaquias 4:5-6)

O profeta Malaquias (do velho Testamento) profetizou algo maravilhoso diretamente relacionado com o trabalho da genealogia - o coração dos filhos será ligado aos pais e o coração dos pais será ligado a seus filhos. O nosso coração é realmente ligado aos nossos antepassados quando realizamos este trabalho missionário que é a genealogia. O nosso coração fica Selado a eles para toda a Eternidade. 


“Tenho certeza de que se nosso povo frequentasse o templo com mais assiduidade, haveria bem menos egoísmo em sua vida. Haveria menos ausência de amor em seu relacionamento. Haveria mais fidelidade entre marido e esposa. Haveria mais amor, paz e felicidade no lar de nosso povo. Cresceria na mente dos santos dos últimos dias a consciência de seu relacionamento com Deus, nosso Pai Eterno, e da necessidade de trabalharmos mais arduamente para vivermos como filhos e filhas de Deus.” 
(Pres. Gordon B. Hinckley - 1984)