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sábado, 26 de abril de 2014

Uma Viagem a Madrid.




Pois é, esta semana que passou estive a passear pelas rua de Madrid. 
Foi uma viagem inesperada pois só fiquei a saber do destino no Domingo ao fim da tarde, horas antes de sair para ir para o aeroporto. Já há muitos meses que desejava ir a Madrid e precisava dessa oportunidade para ir ao Templo - onde iria encontrar paz de espírito e a força necessária para voltar à carga com toda a força. Tive essa oportunidade na quarta-feira. Estive na Casa do Senhor apenas umas 4-5 horas e, durante esse tempo, tive uma oportunidade maravilhosa de servir outros, de escrever no meu caderno num local maravilhoso e sagrado, tive a oportunidade de orar e receber revelação/inspiração, tive a oportunidade de voltar a vestir branco e sentir-me mais perto de Deus e do meu potencial. 
Hoje irei apenas colocar algumas das fotos que tirei; a qualidade não é a melhor pois o fotografo é mau e  a câmara não é daquelas que "ajuda" ^_^.  
AH! quase me esquecia - comecei esta entrada com um selfie pois é a minha primeira tentativa a tirar um; como anda toda a gente a tirar selfies, eu não queria ficar atrás!


(cada cor é um dia diferente)







quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

É o Tempo que voa ou seremos nós?



Antes de começar a dissertar, espero que o Natal tenha sido bom para todos; muitas prendas e cheio de alegria em família e/ou amigos :)

Mais um ano está para acabar e, como é da praxe, começam os desejos de ano novo; as mensagens nas redes sociais a desejar um bom ano e a incentivar ás resoluções de ano novo. É estranho pensar que há um ano eu estava a celebrar o grau de mestre.. O ano passou a voar.. ou será que fui eu que voei pelo ano?

É um conceito engraçado que estava a pensar hoje: é o tempo que passa a voar ou somos nós que voamos pelo tempo?
Normalmente associamos o voar com felicidade e com coisas boas. O tempo passa sempre mais rápido quando estamos mais alegres e felizes. O nosso desejo seria para que essa nossa perspectiva fosse ao contrário, isto é, que o tempo voasse nos momentos mais complicados e de aflição mas que fosse mais lento nos momentos de maior alegria e felicidade. Eu também  já pensei muito assim mas como é impossível mudar isso, pois vamos sempre voar através dos momentos de felicidade, eu mudei de estratégia - decidi escrever e relatar esses momentos. 
Como já falei em outros textos, eu mantenho um "diário" (entre aspas porque não é diário, é mais uma espécie de  "caderno para quando apetece escrever mas que por vezes me esqueço"). Nesse caderno eu escrevo o que corre bem e o que corre mal e o faço porque, quando a caneta toca o papel, o tempo pára. A minha memória ficou gravada nessas folhas e, sempre que volto a ler esses textos, eu lembro-me desses momentos como se tivessem acontecido ontem
É bom ver o tempo parar quando começo a escrever.. 
Para dizer a verdade, eu é que parei no tempo. Tudo à minha volta continua a correr, a voar, mas eu parei para escrever. Ainda ontem, dia de Natal, eu saí de perto da família - toda unida a ver filmes ou a contar peripécias do passado - e fui escrever; escrevi no meu diário mas também em um outro caderno que mantenho, onde escrevo as coisas que aprendo sobre Deus e a Sua doutrina. Enquanto escrevia aquelas coisas o tempo parou e era como se fosse apenas eu e aqueles cadernos. É engraçado que quando comecei o sol ainda iluminava as ruas mas quando pousei a caneta e fechei o caderno, já era hora de ir jantar. Eu voei pelo tempo mas senti como se estivesse parado.

Assim também foi este ano para mim. Se tivesse de o definir como bom ou mau eu diria que foi um ano bom. Apesar de ainda não viver o que desejo, eu aprendi bastante e cresci ainda mais. Das metas que tracei ao longo do ano apenas uma não consegui realizar devido ao trabalho (a meta era ir ao Templo a Madrid). Aprendi, durante este ano, algo muito importante e que se aplica a todos nós - quando fazemos a vontade do Pai, Ele nos abençoa tanto espiritualmente como materialmente - e eu tentei, com todo o meu coração, força e alma, ser fiel a Ele e eu testifico que vi e aprendi coisas maravilhosas e que fui muito abençoado. E, porque vivi estas coisas, eu vos convido a viverem-nas também. A fórmula é muito simples - fazemos a vontade d'Ele mesmo que isso implique sacrifício pessoal (porque vai implicar.. seja o nosso tempo, os nossos comodismos, etc..) e prometo que também viverão estas coisas. Dificuldades irão sempre surgir mas nós, se formos fieis e confiarmos n'Ele, e também em nós, elas serão sempre ultrapassadas. 

Vamos viver o ano de 2014 a voar.. 







terça-feira, 6 de agosto de 2013

27 - O cubo perfeito.


Pois é, a idade já pesa! 
Vinte e sete anos..  
Matematicamente é um cubo perfeito - 3x3x3  (só eu para me lembrar disto..).

Mais um ano que acaba e outro que começa e apenas desejo que este novo ano seja um ano com mais progresso e crescimento. 
Todos nós fazemos metas, ou pedimos desejos, quando fazemos anos. Não sou diferente e também lá pedi o meu desejo e vou fazendo as minhas metas. 

O desejo não será difícil de se adivinhar, principalmente para quem vai seguindo o blog ou me conhece. 
Quanto às metas, elas serão sempre no sentido de me tornar ainda melhor do que aquilo que sou. Quero ser como o cubo perfeito, tendo todas as arestas limadas.. claro que a perfeição não será alcançada em um ano (ou será? ;) ) mas eu acredito que para tirar um 20 eu tenho de estudar para 20 e é nesse sentido que crio as minhas metas - reais mas sempre para melhorar e não para facilitar ou acomodar.

Sei que será um ano bom.. irei fazer com que assim seja!




sábado, 14 de julho de 2012

Da Alma XIII - Do Ânimo e das Alegrias.


Bem, como falei no texto anterior, esta semana tem sido relativamente complicada a nível de trabalho. Muito que pensar e fazer, o que resultou em pouca escrita e quase nenhuma inspiração para escrever. Ultimamente tenho andado com falta de ânimo e alegria. As razões para isto são variadas e amanhã, em um discurso irei falar de uma delas mas não vale a pena entrar em detalhes aqui no blog.

No facebook escrevi que estava sem ideias e sem inspiração, e um amigo perguntou-se porque não escrever sobre isso?. Pensei no assunto, nestes últimos 30minutos, e decidi fazer outra coisa, irei escrever sobre o que eu faço quando o meu ânimo está por baixo.

Esta semana tem sido bastante engraçada porque é diferente de muitas outras. Tenho o stress de uma tese no clímax e, pela primeira vez na minha vida, estou a ensaiar musicas para tocar em um casamento. Não seria nada demais não fosse ser a primeira vez que toco em publico numa situação de relativa importância. Apenas adicionou mais um pouco de pressão a uma cabeça já de si ansiosa. 

A Musica tem um papel muito importante quando estou em baixo. Não há nada melhor do que ouvir musicas inspiradoras e, acima de tudo, tocar musicas inspiradoras ou ver o nosso trabalho/ensaio a dar frutos quando aprendemos musicas novas. Esta foi uma das fontes de alegria que senti esta semana. Apesar de toda a pressão, ajudou-me a manter a cabeça de fora e não entrar em "pânico".
Trabalhar com diligência também me ajudou muito. Nada melhor para controlar os pensamentos do que manter uma cabeça ocupada. Trabalho melhor sob pressão mas é muito fácil baixar os braços nesta situação. Tirei conclusões que acredito serem as mais acertadas (relativo à tese) que sei que não as tiraria se não existisse esta pressão. Ou seja, comecei a observar que é quando estou mais sob pressão que eu trabalho melhor mas, em contrapartida, a minha alegria e o meu ânimo vai todo, ou quase todo, embora. 

Para tentar me animar eu regozijo-me no trabalho feito, na musica que me inspira e anima, mesmo que por apenas algumas minutos. Deleito-me na leitura das escrituras, pois o estudo sempre me fez bem. Dou alguns passeios pela cidade, ao fim da tarde principalmente, e observo as pessoas a saírem do trabalho ou também a passear. Gosto de passear e ver a alegria das criancinhas, agora em férias, ou de ver os casais de namorados a passear de mãos dadas, o que me dá esperança de que ainda há Amor por aí. Claro que isto também me faz cair em uma espécie de nostalgia pois tenho um grande desejo de criar uma família, de também andar de mãos dadas pela cidade e ver a alegria em meus próprios filhos (que um dia irei ter), mas é uma nostalgia boa porque não me deixa triste, apenas me deixa com um desejo de trabalhar para que isso aconteça... ou seja, mais pressão. 

A pressão não faz com que eu viva em constante stress. Como eu gosto de dizer, é tudo uma questão de conceitos, ou melhor, preconceitos. O mesmo falei quando escrevi sobre os Sacrificios , que também sofrem de um preconceito enorme e afinal não é nada de tão mau. A Pressão é o mesmo em meu caso, sinto-me bem com ela e sem ela eu fico desleixado, preguiçoso e ocioso. Claro que pressão a mais também é errado por isso é bom moderar e ter cuidado. 

A musica, as escrituras, os livros, o trabalho, os passeios, são coisas que me elevam o espírito e me ajudam a controlar a ansiedade da pressão. Quando estamos desanimados a ultima cosia que devemos fazer é esconder na cama e fechar ao mundo. Devemos abrir as janelas e deixar o sol entrar, devemos abrir o coração ao mundo, devemos fazer o que nos dá mais alegrias, devemos ocupar a mente com coisas boas. Nunca devemos baixar os braços..mesmo que a alegria seja pouca ... e a minha não é muita neste momento.